Perguntas Frequentes sobre Consulta de Tarot

Consulta de Tarot | Zephyrus Tarot
Muroidea Tarot

Muitas pessoas fazem perguntas antes de confirmar (ou não) se terão um consulta de Tarot comigo. São todas válidas  e as respostas dizem respeito ao meu modo de lidar com as cartas, logo, não validam ou recriminam outros profissionais.  Achei que seria interessante fazer uma compilação das perguntas mais frequentes para facilitar um pouco as coisas e uniformizar as respostas.

Tem outras perguntas? Deixe nos comentários que eu respondo.

1. Qual o Tarot que você usa?

O Tarot que o oraculista utiliza é irrelevante, acredite em mim. Há um número enorme de baralhos de Tarot disponível no mercado e um profissional não é melhor (ou “mais sério”) do que outro porque João utiliza o Tarot de Marselha,  Pedro joga com o Tarot Mitológico e Maria considera baralhos com bichinhos mais simpáticos. O que os diferencia é a habilidade em trabalhar com a ferramenta que escolheram para si. Você, cliente, precisa de aconselhamento. Eu, cartomante, tenho o compromisso de lhe orientar da melhor forma possível, de acordo com o seu problema e as cartas que se apresentarem durante a consulta. A conta é essa.

Apenas relaxe e aproveite o momento. Por acaso, uso quase sempre o mesmo baralho para atendimento (se você quer muito saber, é o Sacred Rose – o meu primeiro baralho), mas outros profissionais variam de acordo com o humor ou pegam aleatoriamente da estante – e está tudo bem, pode confiar.

2. Quanto tempo demora a consulta?

Quando eu atendo com locação de espaço, a consulta dura 1h e eu levo isso com disciplina porque pode ter uma pessoa do lado de fora esperando para usar a sala logo depois de mim. Quando faço atendimento online, não preciso ser tão rígido, então, se necessário, vou um pouco além.

Existe uma pegadinha nesta pergunta, que é o cálculo do quanto se paga pela consulta e o tempo que o oraculista estará à disposição. Alguns tarólogos levam mais de 2h porque gostam de conversar ou porque mesclam diferentes técnicas – e isso toma tempo. Na prática, com 60 min se tem o tempo adequado para receber as informações solicitadas, esclarecer dúvidas e digerir o que foi apresentado. Mais do que isso vira entretenimento  e sequer acredito que resulte em algo produtivo.

3. O que acontece durante o atendimento?

Temos duas etapas: na primeira eu abro o seu Tabuleiro e converso com você sobre tudo o que ele apresenta para o momento. Eu considero o Tabuleiro um método bem completo e é raro que ele não “fisgue” as questões que lhe trouxeram para a consulta, além de falar de trabalho, afeto, saúde, etc. Caso algum tema não apareça ou qualquer tópico precise de detalhamento, na segunda etapa eu parto para as perguntas diretas.

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Old English Tarot
4. Nesta segunda parte eu tenho direito a quantas perguntas?

Não existe um número fixo de perguntas. Você tem direito a fazer perguntas objetivas e o número delas dependerá do tempo disponível ou da necessidade de mapear com clareza uma situação. Via de regra, as perguntas surgem naturalmente como um desdobramento do Tabuleiro. Quando se trata de relacionamentos, tenho um método específico para analisar o casal. Eu não fecho as cartas e vou embora quando chega a 60 min de consulta, mas não ficarei outros 30 respondendo questões aleatórias ou repetindo uma pergunta (abordada de outra forma) na tentativa de ter uma resposta diferente (“melhor de três” não é algo que se aplique ao processo divinatório).

5. Eu preciso falar alguma coisa durante a consulta?

O atendimento é um processo interativo. A única pergunta que faço antes de abrir o jogo é se você já teve alguma experiência com o Tarot para eu saber se preciso fazer uma breve introdução – basicamente o que escrevi no item 3. Depois de uma primeira incursão no Tabuleiro, é comum que eu pergunte se o que disse faz sentido para dar continuidade à leitura. Neste ponto você pontua melhor o contexto (ou diz que só falei sandices), mas não precisa desfiar toda a história (lembre-se do tempo), até porque se eu descrever situações ou pessoas que você já mencionou, é natural que você fique na dúvida se essa informação estava nas cartas ou se eu apenas me apropriei de algo que você contou.

Obviamente, a qualquer momento você pode me interromper para formular uma pergunta ou pedir para que eu seja mais claro sobre algo que acabei de falar.

6. Você descreve pessoas, dá nomes, diz onde esqueci as minhas chaves?

A descrição de pessoas se dá de forma comportamental, como “dominador(a)” ou “inseguro(a)” ou “exigente”, por exemplo, mas nunca “uma pessoa de pele clara, olhos castanhos, na faixa dos 27 anos e de nome Pedro”. Isso existe? Sim, mas está fora do meu escopo de habilidades – o que inclui a localização das suas chaves. ;)

7. Sua leitura permite questionamentos práticos ligados ao dia a dia ou tem uma abordagem mais psicológica?

Eu não sou psicólogo, então não tento fazer o papel de um durante a consulta. É fato que o meu trabalho não é baseado apenas nas promessas do que está por vir, até porque é importante que cada um tenha consciência da responsabilidade que lhe cabe nas questões em pauta – semeamos hoje o que iremos colher amanhã. Entender isso contribui bastante para você saiba o que (não) fazer, mas tudo isso de uma forma muito direta e prática. Se houver indícios de desequilíbrios emocionais a serem tratados, irei sugerir que procure um profissional qualificado – e você acatará meu conselho apenas se desejar, claro. Seja como for, espero que você, ao final do atendimento, esteja melhor do que estava no momento que chegou a mim, ainda que eu não tenha as melhores notícias para lhe dar.

8. Eu quero uma consulta, mas não quero ouvir sobre “coisas ruins”.

Ok, isso nem é uma pergunta, mas vale inserir no FAQ.

Se você está em busca de um momento de distração, não sei se uma consulta de Tarot é a melhor coisa a se fazer. Há opções mais agradáveis. É consenso que as pessoas procuram um tarólogo quando têm um problema, logo as cartas são utilizadas para descortinar pontos cegos e mapear tendências. Pode ser que elas digam que você está exagerando e precisa lidar com as situações com maior leveza. Pode ser que elas afirmem que as coisas estão difíceis, mas que você é capaz de superar assumindo esta ou aquela postura.

No entanto, não estamos livres da possibilidade que elas alertem que a situação está ruim e vai piorar, sendo que a carta que aponta um problema sempre aponta uma “solução” (um caminho de menor tensão). Se você não está preparadx para isso, não procure por aconselhamento, sério. Aí você quer saber da sua relação com A ou com B e não me parece que isso vá dar em algum lugar bom. Qual o meu papel? Dizer da forma mais tranquila e amorosa possível que você está se iludindo com a possibilidade de que tudo vá ficar bem. Não tem outro jeito.

Agora, se por “coisas ruins” você se refere à notícias de morte, esta é uma pergunta complicada de responder mesmo quando claramente formulada, então não se  preocupe porque não vou tirar algo assim do bolso para lhe impressionar. Não precisamos passar por isso, concorda? ;)

9. Preciso me preparar de alguma forma para a consulta?

Não. Nenhum tipo de restrição (sexo, álcool, carne, etc) se aplica como pré-requisito para uma consulta. Nunca aconteceu de aparecer alguém bêbado, por exemplo, e eu seria obrigado a mandar a pessoa de volta sem atender, se fosse o caso. Eu, como cliente, tenho o hábito conversar com os que me acompanham (mestres, mentores e aliados) para que eu esteja plenamente receptivo para a consulta e que as respostas que eu necessito sejam dadas com clareza, mas isso é com cada um.

Tudo o que eu preciso de você é serenidade. Algumas pessoas chegam muito ansiosas à consulta em função da expectativa do que desejam saber ou porque a experiência de recorrer a um oráculo é nova. O que eu posso dizer é que não há nada para se assustar e quanto mais relaxadx você estiver, melhor – melhor até para ouvir com o correto entendimento o que eu tiver para falar.

10. Para quando preciso marcar a próxima consulta?

A resposta curta é “não tão cedo”, mas deixa eu elaborar melhor isso: eu trabalhei numa grande empresa em que o presidente tinha uma “política de portas abertas”. O que isto significa? Em linhas gerais, que qualquer funcionário poderia pedir para falar com ele sem ter que passar por seus superiores ou qualquer outra burocracia. Bastaria apenas que ele tivesse tempo de atender. No entanto, havia uma regra de ouro: considere esta opção como algo equivalente a “em caso de emergência, quebre o vidro”, afinal, o cara não poderia passar o dia inteiro ouvindo história dos outros.

Onde eu quero chegar? Eu sou contra consultar o Tarot para qualquer coisa ou repetidas vezes para cada microevolução de um enredo. Tenho vários cliente que retornam frequentemente de uma forma saudável a cada três ou quatro meses. Alguns me procuram duas vezes ao ano. Eu sou remunerado a cada consulta, mas não quero ninguém dependente de um oráculo, mesmo que isto represente um aumento significativo da receita. As respostas do Tarot não vêm de mim, mas de você – pense nisso. Exercite uma boa comunicação com a sabedoria que já reside em você. Quando achar que não está dando conta, me procure e conversaremos de novo.

11. Você faz previsões para o ano todo?

Eu sei que alguns profissionais oferecem este tipo de serviço e eles devem ser muito bons nisso – pelo menos é o que eu espero. No entanto, considero uma previsão com o Tarot sujeita a muitas variáveis para arriscar leituras de longo prazo. O que eu já fiz algumas vezes com bom resultado foi jogar próximo do aniversário da pessoa e fazer um apanhado de promessas para o novo ciclo, mas nunca algo do tipo “daqui a três meses vai acontecer isso e daqui a oito vai acontecer aquilo”.

Entenda, o Tarot está sujeito à inúmeras variáveis. Como tendência, eu afirmo que você irá passar em um concurso, mas, por ter dito isso, talvez você não se dedique com tanto afinco e acabe fracassando no seu objetivo. :( Ainda como tendência, posso dizer que o seu relacionamento está se deteriorando e talvez não dure muito mais. Porque elaboramos melhor a questão, talvez você mude algumas atitudes suas que estão contribuindo para isso ou tenha uma boa conversa com o seu par e tudo toma uma outra direção. :)

12. Você recomenda “coisas”?

Se por “coisas” você se refere a algo de natureza mágica, a resposta é não. Minhas recomendações – na verdade, as recomendações das cartas – são sempre comportamentais. Caso se aponte uma orientação de ordem espiritual, irei aconselhar que você procure alguém da sua confiança dentro daquilo que você professa. Eventualmente posso indicar o uso de algum óleo essencial como ferramenta de apoio em questões emocionais. Eu até preparo sinergias (uso de mais de um óleo essencial diluído em óleo vegetal), quando necessário, mas me causa certo constrangimento oferecê-las, pois pode parecer que estou arranjando um problema para vender a solução, então recomendo, quando acho que pode ser útil, um único óleo (a ser comprado em alguma loja especializada) e ensino como usar.

13. Quanto você cobra para responder uma única pergunta?

A mesma coisa que cobro para um atendimento completo. “Como assim?”, você pergunta.  Algumas consultas de “uma pergunta” tomam tanto tempo quanto qualquer outra, porque quase sempre calha de ser algo complexo ou que se desdobra em outras questões. “Mas é uma pergunta bem simplesinha”, você argumenta. Sim, é isso que todo mundo diz. É como convidar a menina para ir ao motel “apenas para ficar de mãos dadas”. Os dois sabem onde isso vai acabar, então não vamos nos iludir com bobagens. O certo seria cobrar a “pergunta simplesinha” por tempo, mas não tenho como prever isso (ou criar créditos) nos atendimentos online e nos atendimentos presenciais corre-se o risco do valor não pagar a locação da sala e o meu deslocamento até o espaço, então, não, eu não respondo uma única pergunta por um valor abaixo do que já cobro.

14. No espaço você paga pela locação. Se vier na minha casa (eu moro bem) você cobra menos?

Não, cobro mais, pois considero que é um conforto para você, não para mim. E a diferença é grande mesmo para te desencorajar. Se mesmo assim você tiver interesse, dependerá realmente da sua localização para saber se para mim é conveniente ou não ir ao seu encontro.

15. Puxa, mas se interpretar as cartas é um dom de D’us, você não deveria fazer isso como caridade? Kardec dizia blá-blá-blá…

Estudo Tarot desde 1989. Desde o começo investi muito (e continuo investindo) em livros, baralhos, cursos e palestras. É um processo constante de aperfeiçoamento. Acho justo cobrar pelo trabalho que realizo e pratico um valor que é o que me deixaria confortável pagar para outro profissional. Como qualquer outro produto ou serviço, cada um é livre para procurar o que melhor lhe atende.

16. Você faz trocas?

Para fazer troca é necessário interesse mútuo e o escambo precisar girar em torno de valores equivalentes, então não se sinta ofendidx se eu não tiver interesse, no momento, no que você tem para oferecer ou achar que ele não vale o mesmo que uma consulta de Tarot.

17. Por que eu preciso pagar antes pela consulta online?

Segurança minha. Você fica à vontade para aceitar isso ou não. Caso, por qualquer motivo, você tiver feito o depósito e desistir do atendimento, nenhuma pergunta será feita. Basta me passar os dados bancários que farei o reembolso.

Nos atendimentos presenciais (só para aproveitar a oportunidade), tenha em mente que reservo um horário na agenda do espaço que me acolhe e pago por ele, quer o atendimento aconteça ou não. Em outras palavras, se você desiste de última hora, me prejudica duas vezes: primeiro porque posso ter deixado de atender outra pessoa e, segundo, porque irei pagar pela locação sem ter usado a sala.

18. Posso jogar para perguntar de outra pessoa?

Depende. Tudo bem se a mãe quer saber se o filho vai passar na prova ou a esposa quiser saber se o marido será selecionado para uma vaga de emprego. Qualquer coisa nesse nível é plausível. Em um jogo de relacionamento, eu falo dos sentimentos da outra pessoa com relação ao consulente – isso é protocolar. Mas não atendo Joana para que as cartas contem a vida de Jéssica. Isso não é ético.

Para marcação de consulta, você pode entrar em contato via email, Facebook ou pelo (21) 99803-0970 (voz ou WhatsApp). Além do pagamento em dinheiro nos atendimentos presenciais e por depósito bancário nos atendimentos online, estou disponibilizando a opção de cartão de crédito via PayPal. Passe o seu email para que eu encaminhe uma solicitação de pagamento.

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